Decisões familiares exigem segurança jurídica e sensibilidade.
A situação
Separações, partilhas, guarda, alimentos e inventários chegam em momentos de fragilidade — e quase sempre envolvem patrimônio, filhos e relações que continuarão existindo depois do processo. O que está em jogo raramente é apenas jurídico.
Como atuamos
Começamos pelo diagnóstico: mapeamos patrimônio, vínculos e prazos, e apresentamos os caminhos disponíveis com seus efeitos práticos. Sempre que possível, priorizamos soluções consensuais — acordos, escrituras e inventários extrajudiciais — reservando a via judicial para quando ela é o instrumento adequado.
- Divórcio consensual e litigioso, reconhecimento e dissolução de união estável
- Guarda, convivência e alimentos — fixação, revisão e execução
- Partilha de bens e apuração de haveres em empresas familiares
- Inventário judicial e extrajudicial, testamentos e doações
- Planejamento sucessório e holding familiar
- Mediação e acordos homologados judicialmente
Dra. Débora de Carvalho
OAB/SP 523.640
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva um inventário?
Depende da via. O extrajudicial, com herdeiros maiores e consenso, costuma se resolver em semanas após a documentação completa; o judicial segue o ritmo da vara.
É possível resolver sem processo?
Em muitos casos, sim. Acordos, escrituras e mediação encerram a matéria com menor custo e menos desgaste, quando há consenso entre as partes.
Preciso levar algum documento na primeira conversa?
Não é obrigatório. Se tiver certidões, contratos ou decisões anteriores, o diagnóstico fica mais preciso desde o início.
Relações de trabalho pedem regras claras antes do conflito.
Contratos, rescisões, verbas, terceirização e defesa em reclamatórias.
PrevidenciárioUm benefício negado raramente é o fim do caminho.
Aposentadorias, auxílios, revisões de cálculo e recursos administrativos.
Direito do ConsumidorQuando a relação de consumo deixa de ser equilibrada.
Cobranças indevidas, contratos bancários, planos de saúde e vícios de produto.